Já que cuidar do meio-ambiente é fundamental, Curitiba tem lançado uma série de editais pensando no transporte urbano, e uma delas foi a das bicicletas compartilhadas. Agora, falemos de carro. Não de qualquer carro: veículos elétricos compartilhados. Puramente elétricos.

Como pode ser conferido no edital, aberto em 2015, a capital possui a maior média nacional de veículo por habitante do país, (70 automóveis para cada 100 habitantes), sendo, ainda segundo o documento, urgente a busca de novas opções de transporte urbano.

Na verdade, tratava-se do recebimento de projetos e estudos submetidos a uma comissão especial de avaliação, levando em conta viabilidade, vantagem econômica e conveniência da parceria com a  prefeitura, além de impacto orçamentário.

Alguns itens, que também puderam ser vistos no edital, deveriam ser levados em conta, o que não deixou de ser uma iniciativa que levao em conta a emissão de poluentes atual. O prazo para apresentação das propostas era de 90 dias a partir da publicação do edital, que foi no dia 15 dezembro do ano citado. Entretanto, o que seria essa iniciativa?

Segundo outro documento, os carros transportam, em média, 1,4 passageiro e ocupam um espaço similar ao de um ônibus modelo convencional, que, por sua vez, transporta aproximadamente 60 pessoas. Além disso, consomem um alto valor de energia comparado a um meio coletivo.

Por isso, num sistema similar ao de bike sharing, o carro compartilhado fica disponível em estacionamentos estrategicamente localizados na cidade e pode ser alugado e devolvido em qualquer um deles. O usuário faz um cadastro, paga uma mensalidade, anuidade, semana ou dia, e recebe um cartão magnético que lhe dá acesso ao serviço. Passa o cartão tanto na retirada como na entrega do veículo e paga por hora ou quilômetro rodado, dependendo do sistema escolhido. A conta é fechada mensalmente e debitada em cartão de crédito.

Além de outras vantagens, o serviço funcionaria 24h por dia, reduziria o número de veículos nas ruas. Bacana, não? Curitiba rumando a mais uma fase ecológica, tão presente em sua história. Para mais detalhes, basta conferir os links dispostos no texto.