Diversidade importa sim e conhecimento sobre isso pode fazer diferença também. O Curitiba Cult é contra qualquer tipo de preconceito e por isso fez uma lista que aborda esse universo que merece ser respeitado e ganhar espaço.

A discussão da diversidade dentro das séries não discutem necessariamente o que é o certo a se falar ou não, mas podem apenas estarem ali presentes. Muitos podem achar que isso não faz a diferença, mas pense assim. Imagina se as milhões de pessoas que assistem essas séries diariamente começarem a discutirem sobre algumas questões da bandeira dentro de suas casas? A diferença começa pequena, mas vai longe. Escolha uma, boa série e boa reflexão!

Crônicas de San Francisco

A série conta a trama de Mary Ann (Laura Linney), que retorna a São Francisco depois de abandonar seu ex-marido e sua filha para seguir e dedicar-se a carreira. No meio de uma crise de meia-idade, Mary reencontra sua família e alguns amigos, que são bem importantes para a trama. A história se passa na cidade de São Francisco (claramente perceptível pelo nome da série), lugar considerado seguro para a população LGBTQ+. Novos residentes e frequentadores do lugar onde ela mora fazem a diversidade, entre casais homossexuais e transgêneros, a luta pelo movimento acontece e a série coloca isso em questão. 

Elite

Uma mistura de High School Musical (sem a parte do musical) com RBD e uma pitada de suspense. Sua terceira temporada acabou de chegar na plataforma de streaming Netflix. A história conta sobre três alunos do ensino público que são transferidos para “Las Encinas”, a melhor escola da Espanha. No meio da história, acaba acontecendo um assassinato e o enredo se desenvolve a partir daí. Tem muita trama entre os adolescentes nas três temporadas e a representatividade incluída nas questões de sexualidade, nos casais do mesmo sexo e em trios amorosos. Série perfeita para se fazer maratona com o suspense pairando no ar. 

Divulgação

Glee

Não tinha como deixar “Glee” fora dessa lista, principalmente porque nas 6 temporadas da série, a da diversidade é muito presente. Bullying, discursos, músicas, tudo está muito ligado a questão LGBTQ+. A história conta sobre um professor de espanhol que deseja comandar o grupo de coral da escola, o Glee Club. Quando reabre, poucos alunos se inscrevem, mas logo em seguida a família “Glee” começa a se formar. Entre populares, nerds, deficientes, estrangeiros e líderes de torcida o grupo começa a crescer e enfrentar questões escolares, pessoais e psicológicas. Uma série que faz quem assiste começar a enxergar com outros olhos algumas discussões. Maratonar “Glee” é uma das coisas que tem que estar na lista do que fazer antes de morrer. 

Pose

A palavra que combina com “Pose” é: desconstrução. Isso porque todos os seus personagens fogem de preceitos da sociedade e são desconstruídos de alguma forma. A série se passa em Nova York entre os anos 80 e 90 e acompanha um grupo de pessoas que tinham que escolher uma forma diferente para sobreviverem: participavam de competições para conseguirem sustento e também para viverem seus sonhos. Com personagens gays e transexuais, o enredo mostra as lutas deles pela sobrevivência em uma época marcada pela AIDS. Você começa a assistir e quando vê já está torcendo para algum grupo e pensando no próximo tema da competição dos bailes. Depois de ver Glee, essa é sua segunda melhor escolha. 

Special

Série da Netflix que aborda duas temáticas da diversidade: um garoto gay e deficiente. A história que conta sobre a vida de Ryan Kayes (Ryan O’Connell) mostra as dificuldades e vitórias que tem quando decide ir morar sozinho longe de sua mãe, recém contratado no seu primeiro emprego e em seu primeiro relacionamento amoroso. A série debate não só as questões LGBTQ+, mas também como Ryan e as pessoas em volta lidam com ele e sua deficiência.

Divulgação