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O Curitiba Cult não cansa de trazer novidades variadas pra você, como informações sobre o show do Nando Reis, sobre a roda de samba do Zeca Baleiro (sinto cheiro de promoção no ar) e mesmo o lançamento do CD da cantora pop Demi Lovato. Tem espaço pra todo mundo, e com a música eletrônica não seria diferente. Batemos um papo com Gromma, a atração da Heineken Glass Room, e trazemos, nesta matéria exclusiva, um material do artista pra que você possa conhecê-lo ainda mais. Vamos lá?

GROMMA: QUEM É?

Segundo seu perfil na D.Agency, Gromma “é um exímio seletor de técnica apurada e singular ousadia estilística”. Aparentemente, tais qualidades garantiram sua residência no Club Vibe.

Com nove anos de estrada, carrega em seu currículo apresentações em clubs e festivais do Brasil, como Vibe Club (PR), TRIBALTECH (PR), D.EDGE (SP), Warung (SC), Deputamadre (BH), Terraza (SC), Creamfields Brasil (SC), e em países, como Alemanha, Portugal e Holanda. Recentemente foi um dos indicados ao prêmio Rio Music Conference na categoria dj revelação do ano de 2012 e participou de uma das edições do Boiler Room Brasil.

QUEM É MESMO?

Não contentes com as descrições, quisemos saber um pouco mais sobre o rapaz com uma bagagem tão extensa, então batemos um papo e trazemos pra vocês informações exclusivas sobre o início de carreira e sobre a percepção pessoal dele quanto à recepção da música eletrônica em Curitiba. Confira!

Curitiba Cult: Conte um pouco sobre sua carreira. Como começou, pontos altos, outros nem tanto etc.

Gromma: Olá, pessoal do Curitiba Cult, primeiramente obrigado pelo convite. Então, o começo foi em 2006, quando ainda era expectador de alguns clubs e festivais. De início foi bem descompromissado, mais por hobby mesmo, e, por gostar muito de tudo aquilo que a música eletrônica proporcionava, jamais imaginei que atingiria essa proporção, de tocar nos melhores clubs e festas do Brasil e até mesmo do exterior, além também de conseguir viver disso.

CC: Quais foram suas influências no início? Hoje em dia, quem você destacaria?

G: Desde adolescente gosto de vários estilos musicais, como hip-hop, funk, disco, jazz e até algumas coisas de mpb. Mas a música eletrônica falou mais forte e acabou me fisgando por volta do ano 2000. Hoje em dia tenho muitas referências. Dificil destacar alguns artistas específicos, tem muita gente dentro e fora do Brasil fazendo música como ela deve ser, a arte em primeiro lugar.

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CC: Há grandes produtores e DJs aqui na cidade, mas como você considera a recepção da música eletrônica em Curitiba? Quais subgêneros destacaria?

G: Cada dia melhor a recepção. Com calma e boa vontade estamos conseguindo apoio das autoridades para a realização de eventos em espaços públicos, e nossa cidade já foi palco até de um carnaval de rua com milhares de pessoas dançando música eletrônica de graça, eventos em parques e praças… Sem contar clubs e festas privadas especializadas nesse nicho. Em relação aos gêneros e subgêneros, acho que aqui temos para todos os gostos quando o assunto é música eletrônica, com vários núcleos fazendo um excelente trabalho.

CC: Quais são as expectativas para o Heineken Glass Room?

G: As expectativas são as melhores possíveis. Já estou sabendo que a lista online esgotou em minutos e vários amigos já confirmaram presença. Tenho certeza que teremos uma noite divertidíssima.

Então, já sabem. Aparentemente, não faltam opções pra quem busca música eletrônica em Curitiba, seja qual for. Acima, já colocamos o perfil do Gromma no Soundcloud pra quem quiser conferir o trabalho dele. Fiquem ligados no Curitiba Cult e até a próxima!