
Após 5 anos de seu último trabalho, Vitor Kley lança seu mais novo álbum autoral “As Pequenas Grandes Coisas”. Com 11 faixas inéditas, o cantor explora a beleza da simplicidade, e celebra sua evolução pessoal e criativa. É a primeira vez que Kley assina a produção musical, desenvolvida em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Portugal.
Com um olhar filosófico sobre a vida, “As Pequenas Grandes Coisas”, sexto álbum do artista, chega às plataformas digitais hoje (25). Confira a entrevista exclusiva com Vitor Kley ao Curitiba Cult:
“As Pequenas Grandes Coisas” são relatos da vida mesmo, né? E para que a gente fique atento que a vida é assim. A vida é um pouco de altos e baixos, tem esses nossos grandes desafios. Mas que a gente tem que encarar e seguir e seguir adiante. Então eu acho muito engraçado também porque realmente é fim de um ciclo, e início de algo novo. E eu acho que fica esse sentimento na gente, tipo, “caramba, tô embarcando numa nova viagem”. Fica esse misto de alegria, empolgação, mas essa leve tensão no ar de “beleza, é um novo momento, né?” A ideia era mesmo abrir meu coração.
Cara, tu sabe que eu acho muito louco que já me falaram isso, inclusive do “O Sol” também. Então eu tenho a impressão que em “As Pequenas Grandes Coisas” a gente até resgata mais disso, porque tu pega uns acordes com sétima maior, alguns acordes até menores, e eu gosto muito dessas melodias que circulam por essas por essas notas. E eu acho que isso fica muito evidente em “As Pequenas Grandes Coisas”, até talvez porque traz um pouco da bossa nova nesse álbum. A construção dos acordes me chamou muito a fazer dessa forma. Então é engraçado isso, porque eu tenho a impressão que isso está preso em mim, está instalado no meu DNA desde lá de antes. Mas eu sinto que se amplifica em “As Pequenas Grandes Coisas”. Algo que eu acho muito legal, porque de fato o álbum é essa reconexão comigo mesmo, com a minha essência.
É a primeira vez que eu falo isso. Ela [a música] surgiu quando um dia eu estava na casa da Priscilla Alcântara, ela estava com os amigos dela e eles estavam falando sobre a crença deles. E aí eu tava ali no meio, meio perdido, sabe? Eu estava tentando entender tudo aquilo, e aí uma hora se referiram a mim, eu falei: “Cara, não é uma coisa que eu pratique diariamente. Tenho minhas formas de crença, minha forma de conversar com Deus, mas obviamente é diferente da de vocês”. E aí a Pri falou “O Vitor é uma página em branco aqui para nós. Porque a gente tá falando e ele tá absorvendo e escrevendo tudo isso pela primeira vez”. E aí a música começa “Somos páginas em branco, nossa caneta é o coração”, e essa foi a chama da música. Ela [a música] tinha essa missão de falar sobre a vida, e fazer esse chamado para as pessoas terem atenção que o tempo tá passando, que às vezes a nossa mente não tá batendo tão bem com esse monte de informação que a gente tá recebendo, com essa velocidade de pressa e tal.
Eu acho que a música mais difícil desse álbum é a “Vai por Mim”. Ela é a mais poderosa desde o princípio, mas hoje, com a partida do meu pai, ela se tornou a mais poderosa da minha carreira. E a música mais difícil de produção foi a “Que Seja de Alegria”, porque ela é uma música muito potente também, ela tem uma pressão, um punch, né? É uma música muito de show, muito de canto, porque ela é uma música que ela tem muitas camadas.
A minha ideia com “Vai Por Mim” era ter ela 100% pronta, e um dia ter a oportunidade de botar para o pai num estúdio e fazer um momento mais dele com ele mesmo. Eu não queria estar junto, nem minha mãe, nem meu irmão, mas sim ele ouvir a música e tirar as próprias conclusões. Mas aconteceu que eu não tive a oportunidade de fazer isso, porque a doença foi se agravando, a depressão. É muito doido falar isso, mas a chance que eu tive de mostrar para ele foi no velório dele. O velório foi o último momento que eu, meu irmão e a minha mãe falamos: “Putz, cara, é a última chance que nós temos de mostrar essa música pro pai”. Então a gente botou para tocar ali, e eu tenho a impressão que ele recebeu super bem assim, sabe? Eu tenho a impressão que ele falou: “É isso aí, filhão. A vida é para frente e vai fazer bem para um monte de gente. Minha energia tá nessa música agora, obrigado.” Ficou feliz com a homenagem. Tenho certeza disso.
Eu vejo que eu sou uma pessoa que tem muito mais certeza das escolhas que eu faço. Quando eu me disponho a fazer algo, eu faço por inteiro, faço aqui e agora, né? É o instante. E isso é uma coisa que eu vejo que tem um impacto muito grande. Vinculado a esse sentimento, eu me sinto um cara com muito mais coragem para enfrentar as coisas da vida. Então eu vejo que esse encerramento de ciclos que a gente comentou, há de ter muita coragem para fazer isso. E as pequenas grandes coisas vêm transformando muito isso na minha vida pessoal. Vejo que eu tô aprendendo a lidar com esse final de ciclos e dando valor ao que vem pela frente. Tem uma música até do 5 A Seco, do Tó Brandileone, que fala assim: “Quando me entristeço por que a vida passa, eu lembro do que vai nascer”. E eu vejo que esse sentimento, ele tá muito nítido em mim com o lançamento do álbum.
Eu amo show, e estou muito empolgado, muito ansioso para fazer o show de “As pequenas Grandes Coisas”, a turnê, né, das pequenas grandes coisas. Eu vejo que essa turnê tem tudo para ser incrível, e a gente já tem datas marcadas. A gente vai passar pelas capitais, inclusive por Curitiba, e a gente está muito feliz também porque vamos voltar para terra que a gente ama tanto, que nos recebeu tão bem, que é Portugal.
Dia 26 [de abril] a gente saiu em turnê com o álbum no mundo, que a gente passa por Niterói. Em maio a gente faz a nossa divulgação do álbum em Portugal e já fica para tocar no dia 10 por lá também. E aí depois a gente volta, tem os tem shows no Brasil, e mais para frente, ali em julho, agosto, a gente vai para os shows de verão da Europa. E nesse segundo semestre começa também a turnê em outros lugares aqui, como Porto Alegre e Curitiba também. Eu amo Curitiba. Nosso baixista é de Curitiba, nosso hold técnico também é de Curitiba, então amo tocar aí. Um lugar que eu acho lindo é a Ópera de Arame, e a gente tocou no [Teatro] Positivo, que é super legal também.
Eu abri meu coração, falei: “cara, é isso, as pequenas grandes coisas precisam estar vivas no coração das pessoas, né?” E eu tenho certeza que quem tá pronto para receber, vai receber dessa forma. O lance das especulações do cabelo é algo que faz parte da conexão com a capa do álbum e a criança que simboliza a minha essência. Então, eu quis fazer uma conexão com essas histórias e ao mesmo tempo dizer assim: “a gente pode entrar numa nova era sendo quem a gente é, sendo do jeito que a gente é e aceitando o jeito que a gente é”. Eu acho que depois de várias coisas que eu vivi, pessoalmente falando e profissionalmente falando, “As Pequenas Grandes Coisas” vem para ser realmente esse céu azul, essa alegria, e ao mesmo tempo abrir o livro da minha vida para as pessoas.

Data de Lançamento: 16 de outubro
The Mastermind centra sua história num audacioso assalto a uma obra de arte na Nova Inglaterra nos anos 1970, isto é, sob o pano de fundo da Guerra do Vietnã e do incipiente movimento feminista no país. JB Mooney (Josh O’Connor) era um carpinteiro desempregado que decide virar um ladrão amador de obras de arte. Enquanto o homem planeja seu primeiro grande crime e se prepara para realizá-lo, um mundo marcado por mudanças sociais e políticas se faz cada vez mais presente em sua jornada. As coisas, porém, saem do controle, virando sua vida de cabeça para baixo.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
Em Conselhos de Um Serial Killer Aposentado, um escritor em bloqueio criativo chamado Keane vive um momento tenso em sua carreira e em seu casamento. Sem escrever um livro há quatro anos, de repente, ele se vê diante de um pedido de divórcio da esposa Suzie, cansada das desculpas e da falta de ambição do marido. Enquanto tenta vender um romance policial sobre serial killers, Keane é abordado por um homem misterioso chamado Kollmick, que se diz um assassino em série aposentado e oferece sua expertise para Keane. De repente, o jovem autor se envolve numa peculiar amizade com o estranho homem. Conselheiro literário à noite, de dia Kollmick, quase que por acidente, começa a atuar também como terapeuta matrimonial de Keane, ajudando o escritor a curar as feridas de seu relacionamento com Suzie. A desconfiada esposa, porém, passa a suspeitar que ela possa ser a próxima vítima do esquisito assassino.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
O Bom Bandido (Roofman) se inspira na história real e inesperada de um assaltante chamado Jeffrey Manchester (Channing Tatum), que ficou conhecido como o “ladrão do telhado”, e seus esforços criativos de fugir da prisão. Jeffrey é um ex-oficial da Reserva do Exército dos EUA com dificuldades de se sustentar. Quando ele é pego roubando um McDonald’s para alimentar seus filhos, ele é pego, sentenciado e preso, mas rapidamente consegue escapar. Enquanto foge das autoridades, Manchester se abriga numa loja de brinquedos, onde se esconde atrás de uma parede. O tempo passa e a caça por ele se apazigua, o que deixa o caminho aberto para Jeffrey se aproximar da vendedora Leigh (Kirsten Dunst), por quem se apaixona e começa um romance. Uma série de dilemas se apresentam então para Jeffrey, enquanto Leigh permanece alheia à moradia improvisada do namorado na loja onde trabalha e ao histórico criminal do fugitivo.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
Em O Último Rodeio, um montador de rodeio aposentado, conhecido como uma lenda da competição, arrisca tudo para salvar seu neto de um tumor agressivo no cérebro que exige uma cirurgia cara e invasiva que o seguro de saúde da família não cobre. De frente para seu doloroso passado e os medos da família, Joe Wainwright volta aos circuitos e entra numa competição de alto risco organizada pela liga profissional de montadores e aberta apenas para veteranos e antigos vencedores com um prêmio significativo em dinheiro. Como o competidor mais velho de todos os tempos, Joe volta a treinar e embarca numa jornada de reconciliação com feridas antigas e com a filha há muito afastada de sua vida. No caminho para essa desafiadora montaria, o ex-competidor descobre ainda o poder da fé e a verdadeira coragem que existe em lutar pela própria família.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
O filme Eu e Meu Avô Nihonjin acompanha de perto a história de Noboru, um menino de 10 anos que resolve investigar a vida de seus antepassados. Por conta de sua descendência japonesa, ele busca saber sobre a origem migratória de sua família, e o único que pode ajudá-lo é seu avô, um senhor que evita falar do passado. No entanto, com a insistência do neto, a animação brasileira desenhada a mão com traços de desenhos típicos do Japão é tomada por uma série de conflitos, mostrando um homem que nunca quis deixar de ser japonês e uma criança que busca afirmar a sua identidade brasileira. No meio disso, Noboru descobre a existência de um tio que nunca havia conhecido.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
Em O Telefone Preto 2, a jornada do menino que fugiu parece só ter começado. Quatro anos após matar e escapar de seu sombrio sequestrador, Finney tenta viver uma vida normal sendo o único sobrevivente do macabro cativeiro d’O Pegador. Enquanto o jovem encontra dificuldade de superar seu trauma, sua obstinada irmã mais nova Gwen começa a receber chamadas do telefone preto em seus sonhos, tendo ainda pesadelos recorrentes com três garotos sendo perseguidos num acampamento chamado Alpine Lake. Decidida a investigar a origem dessas visões, Gwen convence Finney a visitar o local durante uma tempestade de neve. O que os irmãos descobrem é que existe uma ligação perturbadora entre a história de sua família e o assassino que os atormenta. Atrás de vingança, O Pegador não só ameaça Gwen, mas se torna ainda mais poderoso depois de morto, obrigando Finney a enfrentar um mal inimaginável.
Quando: 16 de outubro de 2025.