
Atendendo aos nossos sinais, Alceu Valença retorna a Curitiba em 06 de setembro para a apresentação “Alceu Dispor“. O show, que acontece no Teatro Positivo às 21h, está com os últimos ingressos à venda no site Disk Ingressos, com valores a partir de R$ 180. A noite promete uma interação única entre o artista e seus fãs na capital paranaense.
O show faz parte da mais recente turnê do cantor, que recebeu o nome através dos memes criados na internet. O projeto faz homenagens ao rei do baião, Luiz Gonzaga, e relembra seus sucessos. O público também terá a chance de apreciar ao vivo os hits de Alceu, como “Tropicana”, ”Girassol” e “La Belle de Jour”.
Em conversa exclusiva com o Curitiba Cult, o cantor fez uma viagem por sua trajetória na música e das lembranças que guarda de Curitiba — cidade que conheceu ainda na adolescência e onde já se apresentou em diversos palcos ao longo da carreira. Ele também falou sobre sua relação com a internet e como as redes sociais têm renovado sua conexão com o público mais jovem.
A turnê “Alceu Dispor” presenteia o público com uma homenagem ao Rei do Baião, Luiz Gonzaga. Alceu Valença afirma que, assim como Gonzagão, ele também veio do Sertão Profundo, região que influenciou tanto o mestre do baião quanto a ele próprio.
“Sou natural de São Bento do Una, no Pernambuco. Fui um menino travesso, traquino, meio maluco. Ouvi aboios, toadas pelos vaqueiros, cantadas vozes da seca e do luto. Em São Bento ouvi sanfona de oito baixos tocada, violeiro, cordelistas, conquista de embolada, no alto falante que eu ouvia, toda noite e todo o dia, a voz de Luiz Gonzaga“, recita o artista.
Apesar de seu pai ser contra uma carreira artística, a música sempre esteve presente na vida de Alceu. Ele cresceu em meio a uma família que celebrava a melodia: “Meu tio Geraldo era um poeta da nova geração do Pernambuco. Meu avô fazia cordéis, era diferente, era uma coisa mais popular, mas ele não era profissional. [Meu avô] tocava viola, cantava e tocava violão também por pauta. Do lado materno, o meu avô tocava bandolim, tia Nanô tocava piano, tio Rinaldo e tio Lucílio tocava violão. Eu vivi dentro desse ambiente familiar, que tocavam, e aí eu ia absorvendo aquela coisa da música.”

Alceu Valença e sua mãe Adelma Valença. Foto: acervo pessoal Família Valença/reprodução Itaú Cultural.
O cantor recorda que seu primeiro concurso musical aconteceu aos quatro anos, no Cine Teatro Rex de São Bento do Una. Na ocasião, ele apresentou uma canção brasileira, mas acabou perdendo o prêmio para outro participante que interpretou uma música espanhola. “Naquela época, tudo que era de fora era bem mais importante. Então o menino cantou Granada, muito bonito. E ele cantava muito. Pronto, e eu perdi o prêmio, que era um prêmio muito grande, viu? Uma caixa de sabonete”, comenta com graça.
Quando se mudou para Recife (PE), na rua em que morava, também morava Nelson Ferreira, um dos maiores compositores de frevo e compositor da famosa marchinha carnavalesca “Aurora”. Ao mesmo tempo, o poeta Carlos Pena Filho era seu vizinho de porta.
Aos 15 anos ganhou um violão de seus pais, e afirma acreditar que a responsável por quebrar a relutância de seu pai foi Adelma Valença, sua mãe. Pois bem, aprendeu a tocar sozinho e começou a frequentar festivais de música logo que adentrou a faculdade de Direito. Desde então não parou.
O cantor declara que sua relação com a capital paranaense é de longa data. A primeira vez que Alceu desembarcou em Curitiba foi bem antes de subir aos palcos. Ele veio ainda na adolescência, junto com a seleção pernambucana de basquetebol no qual fazia parte. Mas ele deixa claro que, inicialmente, a passagem seria apenas por Ponta Grossa, cidade localizada nos campos gerais do Paraná, e Curitiba entrou na rota apenas para turismo. “Quando eu saí de Pernambuco, a primeira cidade que eu conheci foi Curitiba, depois Ponta Grossa. Aí depois eu voltei tantas vezes para Curitiba. Tem amigos aí e tal, e shows que eu fiz aí em vários cantos, bares locais de Curitiba”. Ao puxar na memória, ele diz que a maior memória que tem da cidade era uma praça muito antiga, com prédios ao seu redor, e que abrigava um leão. Pelo cenário descrito, tudo indica que se trata do Passeio Público, que abrigou leões adestrados em inglês, a partir dos anos 1960.
A relação de Alceu Valença com a internet é um capítulo à parte em sua trajetória artística — e tem sido fundamental para conectar sua obra a novas gerações. A turnê “Alceu Dispor”, por exemplo, nasceu de um meme que chegou até à esposa do cantor. “Foi uma brincadeira real que a minha mulher fez. Depois ela deu essa ideia de botar o nome da turnê. E ficou assim”, contou o cantor, em tom bem-humorado. A rede não só inspirou o título da turnê, como também deu novo fôlego à sua carreira: “A internet deu um upgrade incrível, a coisa ficou muito bacana por causa da internet.”
Alceu falou ainda sobre como músicas gravadas de forma simples, apenas com voz e violão, viralizaram: “Tem muito mais de 300 e tantos milhões no YouTube de duas músicas que eu toquei só de violão. La belle de Jour e Girassol. Eu não olhei mais, mas a última vez que eu olhei tinha 300 e tantos milhões, agora deve ter muito mais.” Sem seguir fórmulas ou campanhas impulsionadas, ele acredita que a força da internet está justamente em abrir caminhos alternativos, longe do antigo esquema das gravadoras: “A internet dá acesso a todo mundo hoje, e ao mesmo tempo você não fica obrigado àquela coisinha que aconteceu nessa história lá do jabaculê. Não tem mais isso.” Com seu jeito espontâneo e intuitivo de fazer música, Alceu encontrou na web uma espécie de extensão natural do palco: um espaço onde seu som continua vivo, livre e viral.
Quando: 06 de setembro de 2025 (sábado)
Horário: 21h
Onde: Teatro Positivo (R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300)
Quanto: R$ 180 (meia-entrada) a R$ 1200 (inteira), no terceiro lote, variando conforme o setor e modalidade escolhida
Ingressos: no site da Disk Ingressos e nas bilheterias oficiais
Evento com desconto Clube Cult.

Data de Lançamento: 16 de outubro
The Mastermind centra sua história num audacioso assalto a uma obra de arte na Nova Inglaterra nos anos 1970, isto é, sob o pano de fundo da Guerra do Vietnã e do incipiente movimento feminista no país. JB Mooney (Josh O’Connor) era um carpinteiro desempregado que decide virar um ladrão amador de obras de arte. Enquanto o homem planeja seu primeiro grande crime e se prepara para realizá-lo, um mundo marcado por mudanças sociais e políticas se faz cada vez mais presente em sua jornada. As coisas, porém, saem do controle, virando sua vida de cabeça para baixo.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
Em Conselhos de Um Serial Killer Aposentado, um escritor em bloqueio criativo chamado Keane vive um momento tenso em sua carreira e em seu casamento. Sem escrever um livro há quatro anos, de repente, ele se vê diante de um pedido de divórcio da esposa Suzie, cansada das desculpas e da falta de ambição do marido. Enquanto tenta vender um romance policial sobre serial killers, Keane é abordado por um homem misterioso chamado Kollmick, que se diz um assassino em série aposentado e oferece sua expertise para Keane. De repente, o jovem autor se envolve numa peculiar amizade com o estranho homem. Conselheiro literário à noite, de dia Kollmick, quase que por acidente, começa a atuar também como terapeuta matrimonial de Keane, ajudando o escritor a curar as feridas de seu relacionamento com Suzie. A desconfiada esposa, porém, passa a suspeitar que ela possa ser a próxima vítima do esquisito assassino.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
O Bom Bandido (Roofman) se inspira na história real e inesperada de um assaltante chamado Jeffrey Manchester (Channing Tatum), que ficou conhecido como o “ladrão do telhado”, e seus esforços criativos de fugir da prisão. Jeffrey é um ex-oficial da Reserva do Exército dos EUA com dificuldades de se sustentar. Quando ele é pego roubando um McDonald’s para alimentar seus filhos, ele é pego, sentenciado e preso, mas rapidamente consegue escapar. Enquanto foge das autoridades, Manchester se abriga numa loja de brinquedos, onde se esconde atrás de uma parede. O tempo passa e a caça por ele se apazigua, o que deixa o caminho aberto para Jeffrey se aproximar da vendedora Leigh (Kirsten Dunst), por quem se apaixona e começa um romance. Uma série de dilemas se apresentam então para Jeffrey, enquanto Leigh permanece alheia à moradia improvisada do namorado na loja onde trabalha e ao histórico criminal do fugitivo.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
Em O Último Rodeio, um montador de rodeio aposentado, conhecido como uma lenda da competição, arrisca tudo para salvar seu neto de um tumor agressivo no cérebro que exige uma cirurgia cara e invasiva que o seguro de saúde da família não cobre. De frente para seu doloroso passado e os medos da família, Joe Wainwright volta aos circuitos e entra numa competição de alto risco organizada pela liga profissional de montadores e aberta apenas para veteranos e antigos vencedores com um prêmio significativo em dinheiro. Como o competidor mais velho de todos os tempos, Joe volta a treinar e embarca numa jornada de reconciliação com feridas antigas e com a filha há muito afastada de sua vida. No caminho para essa desafiadora montaria, o ex-competidor descobre ainda o poder da fé e a verdadeira coragem que existe em lutar pela própria família.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
O filme Eu e Meu Avô Nihonjin acompanha de perto a história de Noboru, um menino de 10 anos que resolve investigar a vida de seus antepassados. Por conta de sua descendência japonesa, ele busca saber sobre a origem migratória de sua família, e o único que pode ajudá-lo é seu avô, um senhor que evita falar do passado. No entanto, com a insistência do neto, a animação brasileira desenhada a mão com traços de desenhos típicos do Japão é tomada por uma série de conflitos, mostrando um homem que nunca quis deixar de ser japonês e uma criança que busca afirmar a sua identidade brasileira. No meio disso, Noboru descobre a existência de um tio que nunca havia conhecido.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
Em O Telefone Preto 2, a jornada do menino que fugiu parece só ter começado. Quatro anos após matar e escapar de seu sombrio sequestrador, Finney tenta viver uma vida normal sendo o único sobrevivente do macabro cativeiro d’O Pegador. Enquanto o jovem encontra dificuldade de superar seu trauma, sua obstinada irmã mais nova Gwen começa a receber chamadas do telefone preto em seus sonhos, tendo ainda pesadelos recorrentes com três garotos sendo perseguidos num acampamento chamado Alpine Lake. Decidida a investigar a origem dessas visões, Gwen convence Finney a visitar o local durante uma tempestade de neve. O que os irmãos descobrem é que existe uma ligação perturbadora entre a história de sua família e o assassino que os atormenta. Atrás de vingança, O Pegador não só ameaça Gwen, mas se torna ainda mais poderoso depois de morto, obrigando Finney a enfrentar um mal inimaginável.
Quando: 16 de outubro de 2025.