Era 1989, quando Sandy e Junior, ainda crianças, com 6 e 5 anos respectivamente, iniciavam sua “carreira”, no programa Som Brasil, da Globo, apresentado por Lima Duarte. O que era para ser apenas uma “performance simples” acabou se tornando um marco na carreira dos irmãos que se tornariam um dos maiores nomes da indústria musical brasileira.

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Hoje, trinta anos depois, Sandy e Junior correm o Brasil com a turnê “Nossa História”, com 16 shows esgotados. Um deles, para mais de 80 mil pessoas, no Rio de Janeiro. Segundo a revista VEJA, é a turnê nacional mais lucrativa da história, contando mais de 500 mil ingressos vendidos até o momento.

Neste sábado, 31 de agosto, chega a vez de Curitiba receber o show no palco da Pedreira Paulo Leminski. A estrutura? Semelhante à de Paul McCartney, com 60 toneladas de equipamentos. Os ingressos, que custavam de R$ 90 a R$ 320 para a apresentação na capital, estão esgotados desde o primeiro dia de vendas, em março.

A sensação de querer mais e muito mais!

O Curitiba Cult assistiu ao show em São Paulo, no último sábado, dia 24, lá no Allianz Parque, local em que a dupla só perde para Paul McCartney com o número de shows esgotados – 4 contra 5.

foto: @cesinha

Muito se sabe sobre a turnê, graças às redes sociais. Vídeos, fotos, mais fotos e mais vídeos fizeram todos sentirem um gostinho do que estava por vir. Mas estar ali, pessoalmente, ao vivo e em cores é outra história. É grito, é lágrima e muita alegria envolvida.

Já nos primeiros minutos, é fácil perceber por que Sandy e Junior se tornaram uma das maiores duplas do Brasil. Com vozes afinadas, coreografia – para quem diria que Sandy jamais dançaria, e muita tecnologia.

O público é algo que dá outro show. São adultos que há 12 anos, na última apresentação da dupla, eram adolescentes e iam acompanhados dos seus pais. Hoje, fazem o contrário: os adultos levam seus pais, com a tradicional faixinha de glitter na cabeça e cantando todas as músicas. Ah, sem contar as crianças, que, quando nasceram, não viveram a euforia da dupla, mas tiveram pais que não deixaram de repassar-lhes a “missão”.

Com duas horas cravadas de show, o público canta, dança e não sabe de onde tirar tanto fôlego para entoar as mais de 25 músicas que tentam resumir o que foram os 30 anos de história.

O show termina, você não quer ir embora, quer ficar, quer ver de novo – e aí você agradece por ter participado desta (única) alegria que 2019 nos trouxe.

A dica que fica para o show de Curitiba é chore, solte a criança que existe dentro de você, viva aquele momento. Não se importe em gravar; a imprensa está ali pra isso. Depois você pega o vídeo dos veículos e reposta. Aproveite e lembre-se: você faz parte desta história.