
“Não é sobre quantas vezes você cai, mas sim sobre quantas vezes você se levanta”. As palavras são da cantora Katy Perry durante apresentação em Curitiba, que levou 32 mil pessoas para a Arena da Baixa em plena terça-feira, 16 de setembro. Dona de hits icônicos, Katy chegou ao Brasil para show do The Town, Curitiba e posteriormente Brasília longe do seu auge – os últimos álbuns, incluindo “143”, de 2024, não tiveram o mesmo sucesso comercial que antecessores. Mas ela garantiu que a forte aliança que cultiva com o público brasileiro vai além de qualquer recorde. “Vocês nunca desistiram de mim, e eu nunca vou desistir de vocês”, completou.
O público recebeu de presente um espetáculo gigante. Katy já havia mencionado no show do The Town, em São Paulo, no último domingo, o fato de que sua equipe não parecia tão feliz com a ideia de shows na América do Sul – discurso que ela reiterou. “Eles me diziam: ‘os fãs precisam entender que é muito difícil chegar na América do Sul’. Mas eu disse: ‘os brasileiros são os meus maiores fãs. Eu sempre vou vir para o Brasil!’”, garantiu a cantora. E ela, “com 40 anos e fabulosa”, de fato entregou.
Quase 45 minutos após o início previsto, a apresentação começou como um verdadeiro jogo de videogame, repleto de efeitos especiais e estética futurista, no qual Katy luta contra uma inteligência artificial chamada Mainframe. Ao longo de cada ato – ou níveis, por se tratar de um jogo – ela vai ganhando palavras de empoderamento que vão dando forças para vencer o inimigo e salvar as borboletas. Katy encanta com sua personalidade brincalhona e esbanja carisma, além de se aproveitar muito de figurinos grandiosos e visual impecável. Mas não deixou a voz de lado – ela muitas vezes prioriza cantar a dançar, embalada por um time incrível de bailarinos para carregá-la (literalmente).
O setlist começa embalado por “Artificial”, “Chained to the Rhythm” e “Teary Eyes” – dos álbuns “143”, “Witness” e “Smile”, respectivamente. O público já vibrava em meio à verdadeira balada que tomou conta do estádio – todos dançavam muito. Inclusive, o público da cantora se mostrou diverso, com adultos que provavelmente a acompanham desde o início, há 17 anos, além de muitas crianças. Mas foi em “Dark Horse”, do sucesso “Prism” de 2013, que o espaço veio literalmente a baixo. O eco, tão alto e vibrante, não dava espaço nem para a voz da cantora. Mas isso não importava para um público fervoroso que fazia questão de mostrar a que veio.
Em meio a cada novo nível, um breve intervalo – que vinha em boa hora, para poder recuperar as energias. Na sequência entrou um dos principais blocos – “Woman’s World”, do álbum mais recente, sucedida por “California Gurls”, “Teenage Dream”, “Hot n Cold”, “Last Friday Night” e “I Kissed a Girl” – a última entoada com direito a batida de leque com as cores da bandeira LGBTQIAPN+, e agradecimento especial à comunidade que sempre a apoiou.
O nível seguinte trouxe três músicas de “143” – “Nirvana”, “Crush” e “I’m His, He’s Mine”, para então seguir com “Wide Awake”. O hit do álbum “Teenage Dream” ganhou um remix, que aliás permeou diversas canções ao longo da noite. Apesar de favorecer o clima de “balada” e incentivar o público a dançar sem parar, a ausência de arranjos originais desta música e outras fez falta.
No nível bônus, Katy deixa a escolha do setlist nas mãos do público – e aproveita para interagir ainda mais. Mas o tom de brincadeira logo toma novo rumo quando ela escolhe Christian – fã que pediu a música “Only Love” em homenagem a sua mãe, que morreu recentemente. Katy embalou a canção ao lado do fã e depois seguiu com uma versão acústica de “Never Really Over” – o único momento em que acalma os ânimos e traz mais introspecção à megalomaníaca apresentação. E não é que se torna um dos momentos favoritos?
Na sequência, um dos atos mais bonitos visualmente – o hit “ET”, que ganha uma luta com direito a sabre de luz, seguida pela icônica “Part of Me”, cantada a plenos pulmões, e fecha com “Rise” – que mesmo menos conhecida, encantou pela linda produção.
Para fechar, “Roar”, “Daisies, “Lifetimes” – que levou todo mundo para dançar energeticamente e que também dá nome à turnê – para então chegar no maior sucesso da cantora, “Firework”. Perfeita para fechar com chave de ouro (e chuva de confetes, que não pode faltar).
Essa foi a segunda vez de Katy em Curitiba, e esperamos que não seja a última. A cantora abraça uma superprodução para mostrar seu valor, mas não percebe que o que mais a faz cativante é sua personalidade sincera, transparente e divertida.

Data de Lançamento: 16 de outubro
The Mastermind centra sua história num audacioso assalto a uma obra de arte na Nova Inglaterra nos anos 1970, isto é, sob o pano de fundo da Guerra do Vietnã e do incipiente movimento feminista no país. JB Mooney (Josh O’Connor) era um carpinteiro desempregado que decide virar um ladrão amador de obras de arte. Enquanto o homem planeja seu primeiro grande crime e se prepara para realizá-lo, um mundo marcado por mudanças sociais e políticas se faz cada vez mais presente em sua jornada. As coisas, porém, saem do controle, virando sua vida de cabeça para baixo.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
Em Conselhos de Um Serial Killer Aposentado, um escritor em bloqueio criativo chamado Keane vive um momento tenso em sua carreira e em seu casamento. Sem escrever um livro há quatro anos, de repente, ele se vê diante de um pedido de divórcio da esposa Suzie, cansada das desculpas e da falta de ambição do marido. Enquanto tenta vender um romance policial sobre serial killers, Keane é abordado por um homem misterioso chamado Kollmick, que se diz um assassino em série aposentado e oferece sua expertise para Keane. De repente, o jovem autor se envolve numa peculiar amizade com o estranho homem. Conselheiro literário à noite, de dia Kollmick, quase que por acidente, começa a atuar também como terapeuta matrimonial de Keane, ajudando o escritor a curar as feridas de seu relacionamento com Suzie. A desconfiada esposa, porém, passa a suspeitar que ela possa ser a próxima vítima do esquisito assassino.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
O Bom Bandido (Roofman) se inspira na história real e inesperada de um assaltante chamado Jeffrey Manchester (Channing Tatum), que ficou conhecido como o “ladrão do telhado”, e seus esforços criativos de fugir da prisão. Jeffrey é um ex-oficial da Reserva do Exército dos EUA com dificuldades de se sustentar. Quando ele é pego roubando um McDonald’s para alimentar seus filhos, ele é pego, sentenciado e preso, mas rapidamente consegue escapar. Enquanto foge das autoridades, Manchester se abriga numa loja de brinquedos, onde se esconde atrás de uma parede. O tempo passa e a caça por ele se apazigua, o que deixa o caminho aberto para Jeffrey se aproximar da vendedora Leigh (Kirsten Dunst), por quem se apaixona e começa um romance. Uma série de dilemas se apresentam então para Jeffrey, enquanto Leigh permanece alheia à moradia improvisada do namorado na loja onde trabalha e ao histórico criminal do fugitivo.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
Em O Último Rodeio, um montador de rodeio aposentado, conhecido como uma lenda da competição, arrisca tudo para salvar seu neto de um tumor agressivo no cérebro que exige uma cirurgia cara e invasiva que o seguro de saúde da família não cobre. De frente para seu doloroso passado e os medos da família, Joe Wainwright volta aos circuitos e entra numa competição de alto risco organizada pela liga profissional de montadores e aberta apenas para veteranos e antigos vencedores com um prêmio significativo em dinheiro. Como o competidor mais velho de todos os tempos, Joe volta a treinar e embarca numa jornada de reconciliação com feridas antigas e com a filha há muito afastada de sua vida. No caminho para essa desafiadora montaria, o ex-competidor descobre ainda o poder da fé e a verdadeira coragem que existe em lutar pela própria família.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
O filme Eu e Meu Avô Nihonjin acompanha de perto a história de Noboru, um menino de 10 anos que resolve investigar a vida de seus antepassados. Por conta de sua descendência japonesa, ele busca saber sobre a origem migratória de sua família, e o único que pode ajudá-lo é seu avô, um senhor que evita falar do passado. No entanto, com a insistência do neto, a animação brasileira desenhada a mão com traços de desenhos típicos do Japão é tomada por uma série de conflitos, mostrando um homem que nunca quis deixar de ser japonês e uma criança que busca afirmar a sua identidade brasileira. No meio disso, Noboru descobre a existência de um tio que nunca havia conhecido.
Quando: 16 de outubro de 2025.

Data de Lançamento: 16 de outubro
Em O Telefone Preto 2, a jornada do menino que fugiu parece só ter começado. Quatro anos após matar e escapar de seu sombrio sequestrador, Finney tenta viver uma vida normal sendo o único sobrevivente do macabro cativeiro d’O Pegador. Enquanto o jovem encontra dificuldade de superar seu trauma, sua obstinada irmã mais nova Gwen começa a receber chamadas do telefone preto em seus sonhos, tendo ainda pesadelos recorrentes com três garotos sendo perseguidos num acampamento chamado Alpine Lake. Decidida a investigar a origem dessas visões, Gwen convence Finney a visitar o local durante uma tempestade de neve. O que os irmãos descobrem é que existe uma ligação perturbadora entre a história de sua família e o assassino que os atormenta. Atrás de vingança, O Pegador não só ameaça Gwen, mas se torna ainda mais poderoso depois de morto, obrigando Finney a enfrentar um mal inimaginável.
Quando: 16 de outubro de 2025.