Do metal ao K-pop: Trident muda trilha sonora de estande de acordo com cada dia do Rock in Rio

foto: Divulgação

Quem passou pelo estande da Trident durante o Rock in Rio 2026 encontrou uma programação que mudava junto com o festival. Do metal ao K-pop, passando pelo pop, eletrônico, rap, axé e música brasileira, a marca criou uma trilha sonora diferente para cada dia na Cidade do Rock, acompanhando os artistas dos palcos e o perfil do público.

A programação musical faz parte da Trident Ballroom Experience, comandada por Ursula Zion. A atração leva ao espaço referências da cultura ballroom, movimento que surgiu em Nova York e se tornou um importante território de expressão, dança e identidade. Nos intervalos das intervenções, quem assume o som é a DJ Mari Baxur, com sets desenvolvidos especialmente para os sete dias de festival.

A proposta não ficou restrita aos artistas que estavam no line-up oficial. No dia dedicado ao metal, por exemplo, a seleção passou por Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon, Bad Omens, Poppy e MGK, mas também abriu espaço para a música eletrônica de James Hype.

Em outro dia com o rock em destaque, Foo Fighters e Rise Against dividiram a trilha sonora do estande com Cat Dealers, Di Ferrero, Biquini e Paulinho Moska. Já na data em que Elton John comandou o Palco Mundo, músicas de Madonna e Phil Collins também apareceram no set.

Segundo Mari Baxur, pensar em uma programação para os sete dias exigiu adaptar a seleção musical às diferentes características do festival.

Foram sete dias de evento, então é bem diferente do que você preparar um set para um dia só como convidada. Pensamos em algo que fizesse sentido de acordo com os artistas que iriam se apresentar naquele dia. Por exemplo, o show do Elton John foi o que mais bombou. O pessoal cantou em coro, com muita emoção”, conta.

Do K-pop à música brasileira

A estreia do K-pop no Rock in Rio também chegou ao estande. Stray Kids e Hwasa, que se apresentaram no Palco Mundo, apareceram na seleção ao lado de nomes como Jamiroquai, Alok, Luedji Luna e PJ Morton.

Para Mari, o dia também trouxe um desafio diferente. “Eu nunca tinha tocado K-pop como DJ e foi muito legal. Todo mundo se divertiu horrores”, relembra.

As misturas continuaram nos outros dias. Maroon 5 e Demi Lovato dividiram espaço nos sets com Criolo, João Gomes, Daniela Mercury, J Balvin, Pedro Sampaio, Olodum e Timbalada. A curadoria ainda passou por Meduza, Sofi Tukker, Black Eyed Peas, Nelly, Barão Vermelho e Calema.

A Ballroom Experience também buscou colocar artistas e produtores brasileiros ligados à cena no centro da programação. Além de músicas clássicas da cultura ballroom, Ursula Zion levou ao estande produções nacionais.

Teve muitos beats de R2POT, Bout, Evehive, Zaila, Biel Lima, Llorón, Maia Caos e, lógico, Félix Pimenta. Todas essas pessoas são de diferentes partes do país”, explica Ursula.

Música como parte da experiência

A programação integra a nova assinatura da Trident, “Que se Masque”, que propõe deixar de lado pequenas pressões do cotidiano e aproveitar os momentos com mais liberdade. No Rock in Rio, o conceito ganhou forma em um espaço que buscou acompanhar as diferentes tribos e sonoridades presentes no festival.

A música é o coração do Rock in Rio e também um dos principais territórios de Trident. Por isso, nós entendemos que ela não poderia ser apenas uma trilha de fundo da nossa presença no festival, precisava ser igualmente protagonista”, afirma Ana Carolina dos Santos, analista de Marketing de Trident na Mondelēz Brasil.

Segundo ela, a ideia foi criar um espaço capaz de mudar junto com a Cidade do Rock.Essa capacidade de acolher diferentes estilos, gerações e formas de curtir traduz o que queremos com o conceito que desenvolvemos, o ‘Que se Masque’, que é justamente um convite para cada pessoa viver o momento da melhor forma, do seu jeito.”

Por Augusto Tortato
14/09/2026 05h40

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