Curitiba recebe festival de filmes clássicos de terror neste final de semana

Cena de "O Bebê de Rosemary"(1968). Foto: Reprodução/Paramount Pictures.
Foto: Reprodução/Paramount Pictures

A partir deste final de semana, Curitiba recebe o Festival Clássicos do Cinema de Terror na Cinemateca. Entre os dias 20 e 27 de junho, o público terá a chance de assistir aos grandes clássicos do gênero nas telonas, e o melhor, de maneira gratuita. As exibições acontecem nas sextas, sábados e domingos, com sessões que prometem reunir os fãs do terror em clima nostálgico e arrepiante.

Programação

A programação começa com os grandes clássicos já no primeiro final de semana. A sessão de abertura ocorre na sexta-feira (20), às 19h, com “O Exorcista” (1973). No sábado (21), o público poderá assistir a dois filmes: “O Vampiro de Dusseldorf” (1931), às 16h, e “Carrie, a Estranha” (1976), às 19h. No domingo (22), “O Enigma de Outro Mundo” (1982) chega à telona às 18h.

Na sexta-feira seguinte (27), às 19h, o público poderá assistir ao clássico “O Que Terá Acontecido com Baby Jane?” (1962). Já no sábado (28), no mesmo horário, uma sessão surpresa promete surpreender os espectadores. Encerrando a programação, no domingo (29), uma sessão dupla também traz atrações para as crianças. Às 16h, o filme “Scooby Doo e o Fantasma da Bruxa” (1999) para a alegria dos pequenos, e às 19h, será a vez de “O Bebê de Rosemary” (1968) ocupar a tela com sua atmosfera inquietante.

Sessão Surpresa

No sábado, dia 28, os participantes presentes no local sortearão quatro filmes, que poderão ser exibidos durante a programação. As opções incluem dois títulos de terror moderno e dois clássicos do gênero.

Sala de espera

Enquanto a sessão não começa, a sala de espera da cinemateca exibe dois curtas históricos. Do diretor George Mèlies, “La Manoir du Diable” (1896) é considerado o primeiro filme de terror da história. A produção em mímica tem duração de três minutos, e narra a história de vários fantasmas em um encontro com o diabo. A obra era considerada como perdida, mas foi recuperado em um acervo da Nova Zelândia. 

Já a segunda obra, “Le Chateau Hanté” (1897) também de George, conta com apenas 45 segundos e muitos a consideram uma continuação de “La Manoir du Diable”.

Por Yasmin Luz
20/06/2025 08h00

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