Uma senha sera enviada para seu e-mail

Allan Yokohama é artista que compreende o seu papel quando está no palco. Dá performance às várias faces, e das diversas possibilidades musicais pulsantes no efêmero deste compositor e guitarrista inquieto. As bandas, Terminal Guadalupe, Narciso Nada, Poléxia, Humanish e Rapha Moraes, são algumas das realizações na trajetória deste paulistano radicado, em Curitiba há 20 anos.

Desta vez, sem banda fixa, e com o intuito de compartilhar influências e histórias musicais com outros artistas e amigos, Allan divulgou na última sexta-feira (29), o single “Asfalto”, primeira das 12 canções que integram o projeto “Yokohama Café”. “O Café é por causa da reunião de amigos, músicos, aquela desculpa pra se encontrar e bolar ideias juntos”, e essa é o mote por trás da proposto de Allan.

Yokohama Cafe foto por Osvaldo Vanguarda 2

Em cada uma das faixas divulgadas, serão convidados artistas de diversas gerações do cenário musical da cidade. Embora os músicos do rock predominem, já gravaram para o projeto artistas do erudito e da música caipira. Ao todo, 20 músicas foram compostas para o projeto “Yokohama Café ” além de dois clipes encaminhados. “Eu quero fazer ao vivo também e alguns bastidores”, revela.

Por enquanto, já é possível ouvir “Asfalto”, letra e voz de Rodrigo Medeiros (ex-Narciso Nada), Be Müller no baixo (ex-Narciso Nada), Gustav Schimmer na guitarra, sintetizador, violino, bateria, piano e produção, e Allan no violão, backing vocal, melodia e harmonia. Gravado no Estúdio Schirmer, em Curitiba a música está disponível no canal oficial do projeto no Youtube.

Asfalto (Letra: Rodrigo Medeiros Música: Allan Yokohama)

Passeio com as mãos
Cada curva perigosa
Como que me expondo a riscos
Que ninguém pode prever

Cada caminho seu
Cada entrada que se abre
Me conduzindo pra dentro de ti
Faz de conta que eu sei

Aonde vou parar
Na sua indicação
Que marcas vão ficar
Da pele ao asfalto em combustão

Anseio com a visão
Suas distâncias e surpresas
Aceitando o convite
Que você for me fazer

Cada toque seu
Velocidade proibida
Acelerando em sua direção
Faz de conta que eu sei

(Foto: Divulgação/Osvaldo Vanguarda)