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Chegou aos cinemas nesta quinta (16) um filme que pode parecer para maioria com algo muito semelhante já visto. A razão disto é que Mentes Sombrias não passa de um aglomerado de fórmulas que já foram funcionais um dia; e que tentam ganhar uma sobrevida juntas em uma produção um tanto quanto falha.

Baseado no livro homônimo escrito por Alexandra Bracken, a obra parece muito bem uma fusão de ‘Divergente’ com ‘X-Men’; tendo elementos sobrenaturais envolvendo super-poderes e um futuro distópico naquele estilo pós-apocalíptico com jovens precisando lutar pela sobrevivência. Sem muitas inovações, Mentes Sombrias segue a risca o que já conhecemos por tais exemplares e fica nisso.

A trama em si apresenta um futuro em que maior parte das crianças morreu em decorrência de uma doença, enquanto os sobreviventes geraram um gene mutante com poderes que poderiam desencadear num risco real à sociedade (e por isso são nivelados em grupos de força e perigo). Agora jovens, eles se vêem obrigados a fugir do governo que anteriormente os separou de suas famílias e trabalhar em equipe para garantir um futuro seguro a todos.

Com direção de Jennifer Yuh Nelson (‘Kung Fu Panda 2 e 3’) e roteiro adaptado pelo estreante na função Chad Hodge, o elenco em sua maior parte jovem do filme é encabeçado por Amandla Stenberg (‘Tudo e Todas as Coisas’).

Mentes Sombrias é um longa de pouquíssimo aprofundamento, como maioria dos fatores já foram vistos antes; resta ao público apenas ir “aceitando” os acontecimentos e esperar pelo desfecho totalmente previsível. Os poderes e suas escalas até que são bem elaborados, mas também pouco aproveitados e quando são utilizados é por breves passagens. O foco do filme é criar uma atmosfera dramática, alternando com um romance fácil e todo o encaminhamento clichê; infelizmente não funciona.

Trailer – Mentes Sombrias