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Acredite, nós falamos mesmo quando estamos com a boca fechada. Falamos pelos cotovelos quando escolhemos o que vamos vestir, qual maquiagem será escolhida para o dia e o penteado que usamos para encarar o mundo a cada manhã. E todas essas decisões, que exigem de segundos a horas, fazem parte da moda, queira você ou não.

“Mas eu não ligo pra moda, moça!”, você pode me dizer com aquela cara de desdém. E é aí que eu digo que você se engana, pois mesmo que você não seja uma pessoa que acompanha todas as notícias desse setor ou até mesmo fez uma escolha consciente de ir contra tudo isso, a moda te persegue de um jeito diferente e seus hábitos de consumo sempre serão seus piores acusadores. Pare e pense: que tipo de coisas você costuma consumir no seu dia a dia? Pronto, você está consumindo moda.

Pode parecer um pouco confuso no começo, mas moda é muito mais que roupas. Ela está implícita em todas as nossas atividades, nas coisas que consumimos, nos produtos que escolhemos para a nossa casa e em todo o resto. Ah, e você consome moda até quando escolhe aquela banda que só você e seus amigos sabem que existe!

A questão é simples. Ao criar novos grupos e nichos na sociedade, criam-se novas modas, que podem ou não vingar dependendo do número de pessoas que se identifiquem com as filosofias e estilos de vida dos indivíduos que fazem parte deles. Nesses casos, algo é comunicado e pode ser aceito por mais ou menos pessoas. Perceba que pessoas de um mesmo grupo se vestem de forma parecida.

Existem diversos níveis em que a moda está inserida, claro que quando falamos de roupas o processo todo fica muito evidente, mas quando compramos a margarida X em vez da Y estamos dizendo algo para o vizinho do lado, mesmo sem dizer uma única palavra. O que você anda dizendo por aí? Fica a reflexão!